O êxito desta série foi enorme na altura e muita gente ainda se lembra dos protagonistas como Apollo, Starbuck, Adama, Boomer… foram nomes que ficaram devido às suas personalidades bem vincadas e de serem pilotos daquelas naves bem fixes, os Vipers! Excepto Adama (Lorne Green), claro… esse era o comandante da Battlestar Galactica. E depois tínhamos os famosos Cylons, os vilões. Apesar de serem latas burras na sua generalidade, o seu aspecto e sobretudo o seu “olho” vermelho sempre a mover-se tornou-os famosos, aliás, nós em criança colocámos a alcunha de Cylons aos vizinhos coscuvilheiros que se escondias atrás das persianas para ver o que andávamos a fazer!
A premissa da história era a de que os Humanos em tempos idos tinham migrado pelo espaço profundo a partir
do planeta Kobol e fundaram 12 colónias. Acabaram por entrar em guerra com um povo cibernético, os Cylons cujo fim era a destruição da Humanidade. Através de artimanha e traição (ajudados por um Humano, Baltar) acabam por conseguir destruir as 12 colónias. Só se conseguiram salvar algumas naves que nesse dia estavam longe, e a Battlestar Galactica foi a única grande nave de guerra que por sorte não foi destruída. A partir daqui tudo se passa à volta dos protagonistas já referidos, em aventuras de ataque, de defesa, de salvamento ou política e intriga interna dentro do grupo de naves que a Galactica protegia.
Adama e Apollo (seu filho) tinham os seus dramas familiares e Starbuck era o eterno playboy espacial… Boomer era um bom coadjuvante a tudo isto, e de vez em quando Athena (filha de Adama) aparecia como interesse amoroso de Starbuck. Com esta receita se fizeram os 24 episódios, e resultava. O objectivo final deste grupo de naves, com os últimos humanos a bordo, era conseguir atingir o planeta que deveria representar a 13ª colónia: a Terra! Mas os Cylons eram perseverantes… não deixaram que isto fosse fácil!